Exposição às telas na infância: quanto tempo pode?

Em tempos de isolamento social causado pela COVID-19, todos recorremos bem mais aos recursos tecnológicos para facilitar o relacionamento profissional, pessoal ou afetivo. O mesmo ocorre com crianças, que veem na tecnologia uma oportunidade de diversão e distração, já que o convívio com amigos e colegas está restrito. 

Isso, porém, não exclui a necessidade de atenção para o tempo de exposição destas crianças às telas. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda o controle aos acessos de crianças com smartphones, computadores e tablets. 

Abaixo, confira as recomendações de idades específicas e tempos recomendados pela SBP para uma orientação aos pais que muitas vezes veem na tecnologia uma oportunidade de distração para as crianças.

É importante lembrar que quanto menos tempo de exposição às telas, menos problemas de saúde serão enfrentados, como distúrbios de humor e sono, falta de apetite, problemas oftalmológicos e claro, problemas comportamentais. Converse com seu filho e explique a importância da tecnologia, mas que também existem outros momentos tão importantes quanto, como a brincadeira ao ar livre, jogos que estimulam o raciocínio e atividades que buscam a imaginação.

Exposição às telas na infância – Quanto tempo pode?

  • Até 2 anos: Evitar a exposição
  • Dos 2 aos 5 anos: Máximo de uma hora por dia, com supervisão
  • Dos 6 aos 10 anos: Máximo de uma ou duas horas por dia, com supervisão.

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